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	<title>Arautos na Serra da Cantareira &#187; Desmatamento</title>
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	<description>Preservação Ambiental</description>
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		<title>Acordo entre Brasil e EUA converte dívida em proteção ambiental</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 22:40:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Cesar - Serra da Cantareira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arautos na Serra da Cantareira]]></category>
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		<description><![CDATA[Brasil e Estados Unidos assinaram na última quarta-feira um acordo que reduz o pagamento de uma dívida brasileira em cerca de 21 milhões de dólares em troca de mais proteção dos biomas Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Em vez de pagar US$ 21 mi, País se compromete a destinar recursos para Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga</h3>
<pre><a href="http://www.reuters.com/" target="_blank">REUTERS</a></pre>
<div id="attachment_289" class="wp-caption alignleft" style="width: 410px"><a title=" ararinha-azul (Cyanopsitta spixii) e a arara-azul-de-lear (Anodorhynchus leari)" href="http://serradacantareira.blog.arautos.org/files/2010/08/caatinga_fauna1.jpg" title=" ararinha-azul (Cyanopsitta spixii) e a arara-azul-de-lear (Anodorhynchus leari)" rel="lightbox[288]"><img class="size-full wp-image-289 " style="margin: 1px 3px;border: 1px solid black" title=" ararinha-azul (Cyanopsitta spixii) e a arara-azul-de-lear (Anodorhynchus leari)" src="http://serradacantareira.blog.arautos.org/files/2010/08/caatinga_fauna1.jpg" alt="caatinga_fauna1" width="400" height="318" /></a><p class="wp-caption-text"> ararinha-azul (Cyanopsitta spixii) e a arara-azul-de-lear (Anodorhynchus leari)</p></div>
<p>Brasil e Estados Unidos assinaram na última quarta-feira  um acordo que reduz o pagamento de uma dívida brasileira em cerca de 21  milhões de dólares em troca de mais proteção dos biomas Mata Atlântica,  Cerrado e Caatinga.</p>
<p>Com o acerto, o Brasil se compromete a destinar recursos para  projetos de conservação ambiental.</p>
<p>&#8220;Essa iniciativa representa um salto qualitativo. É mais um  instrumento que fortalece a cooperação bilateral, amplia a participação  de atores e a oferta de recursos&#8221;, disse a ministra do Meio Ambiente,  Izabella Teixeira, segundo o site da pasta.</p>
<p>O acordo entre os dois países foi possível graças ao Tropical Forest  Conservation Act (TFCA), promulgado pelos Estados Unidos em 1998 e que  pretende encorajar a preservação das florestas tropicais no mundo.</p>
<p>Foi o 16o acordo deste tipo concluído pelos norte-americanos e o primeiro com o Brasil.</p>
<p>&#8220;A dívida que será convertida em proteção ao meio ambiente foi  contraída pelo Brasil por volta dos anos 1960. De acordo com Izabella  Teixeira, o país vinha cumprindo o cronograma de pagamento, e já teria  pagado mais de 100 milhões de dólares&#8221;, informou o Ministério do Meio  Ambiente.</p>
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		<title>A Caatinga é um ecossistema único com ocorrência de rica vegetação em região semi-árida</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 20:14:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Cesar - Serra da Cantareira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
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		<description><![CDATA[O bioma Caatinga é o principal ecossistema existente na Região Nordeste, estendendo-se pelo domínio de climas semi-áridos, numa área de 73.683.649 ha, 6,83% do território nacional; ocupa os estados da BA, CE, PI, PE, RN, PB, SE, AL, MA e MG. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O bioma Caatinga é o principal ecossistema existente na Região Nordeste, estendendo-se pelo domínio de climas semi-áridos, numa área de 73.683.649 ha, 6,83% do território nacional; ocupa os estados da BA, CE, PI, PE, RN, PB, SE, AL, MA e MG. O termo Caatinga é originário do tupi-guarani e significa mata branca. É um bioma único pois, apesar de estar localizado em área de clima semi-árido, apresenta grande variedade de paisagens, relativa riqueza biológica e endemismo. A ocorrência de secas estacionais e periódicas estabelece regimes intermitentes aos rios e deixa a vegetação sem folhas. A folhagem das plantas volta a brotar e fica verde nos curtos períodos de chuvas.</p>
<p>A Caatinga é dominada por tipos de vegetação com características xerofíticas – formações vegetais secas, que compõem uma paisagem cálida e espinhosa – com estratos compostos por gramíneas, arbustos e árvores de porte baixo ou médio (3 a 7 metros de altura), caducifólias (folhas que caem), com grande quantidade de plantas espinhosas (exemplo: leguminosas), entremeadas de outras espécies como as cactáceas e as bromeliáceas.</p>
<p>Levantamentos sobre a fauna do domínio da Caatinga revelam a existência de 40 espécies de lagartos, sete espécies de anfibenídeos (espécies de lagartos sem pés), 45 espécies de serpentes, quatro de quelônios, uma de Crocodylia, 44 anfíbios anuros e uma de Gymnophiona.</p>
<div id="attachment_293" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://serradacantareira.blog.arautos.org/files/2010/08/onca_vermelha1.jpg" title="Foto Onça Vermelha, também chamada de puma, suçuarana, cougar, jaguaruna, leão-baio, onça-parda e leão-da-montanha" rel="lightbox[292]"><img class="size-medium wp-image-293" title="Foto Onça Vermelha, também chamada de puma, suçuarana, cougar, jaguaruna, leão-baio, onça-parda e leão-da-montanha" src="http://serradacantareira.blog.arautos.org/files/2010/08/onca_vermelha1-300x219.jpg" alt="Foto Onça Vermelha, também chamada de puma, suçuarana, cougar, jaguaruna, leão-baio, onça-parda e leão-da-montanha" width="300" height="219" /></a><p class="wp-caption-text">Foto Onça Vermelha, também chamada de puma, suçuarana, cougar, jaguaruna, leão-baio, onça-parda e leão-da-montanha</p></div>
<p>A Caatinga tem sido ocupada desde os tempos do Brasil-Colônia com o regime de sesmarias e sistema de capitanias hereditárias, por meio de doações de terras, criando-se condições para a concentração fundiária. De acordo com o IBGE, 27 milhões de pessoas vivem atualmente no polígono das secas. A extração de madeira, a monocultura da cana-de-açúcar e a pecuária nas grandes propriedades (latifúndios) deram origem à exploração econômica. Na região da Caatinga, ainda é praticada a agricultura de sequeiro.</p>
<p>Os ecossistemas do bioma Caatinga encontram-se bastante alterados, com a substituição de espécies vegetais nativas por cultivos e pastagens. O desmatamento e as queimadas são ainda práticas comuns no preparo da terra para a agropecuária que, além de destruir a cobertura vegetal, prejudica a manutenção de populações da fauna silvestre, a qualidade da água, e o equilíbrio do clima e do solo. Aproximadamente 80% dos ecossistemas originais já foram antropizados.</p>
<p><strong>Estudo de Representatividade Ecológica do Bioma Caatinga</strong></p>
<p>Este projeto abrange toda a área nuclear do bioma Caatinga. Por meio de estudos científicos, o projeto objetiva delimitar as ecorregiões da Caatinga e analisar a representatividade da vegetação e áreas protegidas do bioma, identificando-se as lacunas.</p>
<p>Os temas básicos abordados são: geomorfologia, geologia, solos, clima, vegetação e sistemática botânica, fauna (insetos, peixes, répteis, aves e mamíferos), e biogeografia. Estão sendo realizados estudos de compilação e trabalhos de campo para cobrir todas as possíveis lacunas de conhecimento dos temas que compõem o estudo. Todas as informações são referenciadas geograficamente e estocadas em banco de dados específico.</p>
<div id="attachment_299" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://serradacantareira.blog.arautos.org/files/2010/08/caatinga1.jpg" title="vegetação e sistemática botânica" rel="lightbox[292]"><img class="size-full wp-image-299" title="vegetação e sistemática botânica" src="http://serradacantareira.blog.arautos.org/files/2010/08/caatinga1.jpg" alt="vegetação e sistemática botânica" width="300" height="238" /></a><p class="wp-caption-text">vegetação e sistemática botânica</p></div>
<div id="attachment_298" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://serradacantareira.blog.arautos.org/files/2010/08/caatinga2.jpg" title="vegetação e sistemática botânica" rel="lightbox[292]"><img class="size-full wp-image-298" title="vegetação e sistemática botânica" src="http://serradacantareira.blog.arautos.org/files/2010/08/caatinga2.jpg" alt="vegetação e sistemática botânica" width="300" height="287" /></a><p class="wp-caption-text">vegetação e sistemática botânica</p></div>
<p><strong>Localização</strong><br />
A caatinga ocupa uma área de 734.478 km2 e é o único bioma exclusivamente brasileiro. Isto significa que grande parte do patrimônio biológico dessa região não é encontrada em outro lugar do mundo além de no Nordeste do Brasil.</p>
<div id="attachment_297" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://serradacantareira.blog.arautos.org/files/2010/08/mapa_biomas.jpg" title="O cenário árido é uma descrição da Caatinga" rel="lightbox[292]"><img class="size-full wp-image-297 " title="O cenário árido é uma descrição da Caatinga" src="http://serradacantareira.blog.arautos.org/files/2010/08/mapa_biomas.jpg" alt="A área total é de aproximadamente 1.100.000 km²" width="300" height="299" /></a><p class="wp-caption-text">A área total é de aproximadamente 1.100.000 km²</p></div>
<p>A caatinga ocupa cerca de 7% do território brasileiro. Estende-se pelos estados do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Sergipe, Alagoas, Bahia e norte de Minas Gerais.</p>
<p>A área total é de aproximadamente 1.100.000 km². O cenário árido é uma descrição da Caatinga &#8211; que na língua indígena quer dizer Mata Branca.</p>
<p><strong>Caracterização</strong></p>
<p>A caatinga tem uma fisionomia de deserto, com índices pluviométricos muito baixos, em torno de 500 a 700 mm anuais. Em certas regiões do Ceará, por exemplo, embora a média para anos ricos em chuvas seja de 1.000 mm, pode chegar a apenas 200 mm nos anos secos.</p>
<p>A temperatura se situa entre 24 e 26 graus e varia pouco durante o ano. Além dessas condições climáticas rigorosas, a região das caatingas está submetida a ventos fortes e secos, que contribuem para a aridez da paisagem nos meses de seca.</p>
<p>As plantas da caatinga possuem adaptações ao clima, tais como folhas transformadas em espinhos, cutículas altamente impermeáveis, caules suculentos etc. Todas essas adaptações lhes conferem um aspecto característico denominado xeromorfismo (do grego xeros, seco, e morphos, forma, aspecto).</p>
<p>Duas adaptações importantes à vida das plantas nas caatingas são a queda das folhas na estação seca e a presença de sistemas de raízes bem desenvolvidos. A perda das folhas é uma adaptação para reduzir a perda de água por transpiração e raízes bem desenvolvidas aumentam a capacidade de obter água do solo.</p>
<p>O mês do período seco é agosto e a temperatura do solo chega a 60ºC. O sol forte acelera a evaporação da água das lagoas e rios que, nos trechos mais estreitos, secam e param de correr. Quando chega o verão, as chuvas encharcam a terra e o verde toma conta da região.</p>
<p>Mesmo quando chove, o solo raso e pedregoso não consegue armazenar a água que cai e a temperatura elevada (médias entre 25oC e 29oC) provoca intensa evaporação. Por isso, somente em algumas áreas próximas às serras, onde a abundância de chuvas é maior, a agricultura se torna possível.</p>
<p>Na longa estiagem, os sertões são, muitas vezes, semi-desertos e nublados, mas sem chuva. O vento seco e quente não refresca, incomoda. A vegetação adaptou-se ao clima para se proteger. As folhas, por exemplo, são finas, ou inexistentes. Algumas plantas armazenam água, como os cactos, outras se caracterizam por terem raízes praticamente na superfície do solo para absorver o máximo da chuva.</p>
<p>Os cerca de 20 milhões de brasileiros que vivem nos 800 mil km2 de Caatinga nem sempre podem contar com as chuvas de verão. Quando não chove, o homem do sertão e sua família sofrem muito. Precisam caminhar quilômetros em busca da água dos açudes. A irregularidade climática é um dos fatores que mais interferem na vida do sertanejo.</p>
<p>O homem complicou ainda mais a dura vida no sertão. Fazendas de criação de gado começaram a ocupar o cenário na época do Brasil colônia. Os primeiros a chegar pouco entendiam a fragilidade da Caatinga, cuja aparência árida denuncia uma falsa solidez. Para combater a seca, foram construídos açudes para abastecer de água os homens, seus animais e suas lavouras. Desde o Império, quando essas obras tiveram início, o governo prossegue com o trabalho.</p>
<p><strong>Clima e Hidrografia</strong></p>
<p>Enquanto que as médias mensais de temperatura variam pouco na região, sendo mais afetadas pela altitude que por variações em insolação, as variações diárias de temperatura e umidade são bastante pronunciadas, tanto nas áreas de planície como nas regiões mais altas do planalto.</p>
<p>No planalto, os afloramentos rochosos mais expostos, sujeitos à ação dos ventos e outros fatores, podem experimentar temperaturas muito baixas e próximas ou abaixo de zero grau durante as noites mais frias do ano, enquanto que a temperatura pode ser bastante elevada durante os dias quentes e ensolarados do verão. Esta grande variação local de temperatura e umidade durante o dia influencia bastante a vegetação destas áreas, e é um forte fator a determinar sua composição.</p>
<div id="attachment_296" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://serradacantareira.blog.arautos.org/files/2010/08/caatinga_seca1.jpg" title="Não é incomum se observar pesadas formações de nuvens ou neblina nas regiões mais altas no início da manhã" rel="lightbox[292]"><img class="size-medium wp-image-296" title="Não é incomum se observar pesadas formações de nuvens ou neblina nas regiões mais altas no início da manhã" src="http://serradacantareira.blog.arautos.org/files/2010/08/caatinga_seca1-300x213.jpg" alt="Não é incomum se observar pesadas formações de nuvens ou neblina nas regiões mais altas no início da manhã" width="300" height="213" /></a><p class="wp-caption-text">Não é incomum se observar pesadas formações de nuvens ou neblina nas regiões mais altas no início da manhã</p></div>
<p>As variações em temperatura são muito menos extremas durante a estação chuvosa, e também durante certos períodos quando a neblina se forma, especialmente à noite nas áreas de maior altitude, durante a estação seca. Não é incomum se observar pesadas formações de nuvens ou neblina nas regiões mais altas no início da manhã, durante a estação seca, o que resulta em menos de cinco horas de insolação por dia no planalto, enquanto que as áreas de planície circunvizinhas possuem uma taxa mais alta de insolação diária, sete horas ou mais.</p>
<p>Ao amanhecer, pode-se observar a presença de orvalho em abundância cobrindo o solo, as rochas e a vegetação nos locais mais altos. Isto fornece certa umidade ao solo mesmo durante a estação seca, e contribui para a manutenção da vegetação da área.</p>
<p>As áreas de planície estão sujeitas a um período de seca muito mais longo e severo que as áreas planálticas mais elevadas, período que normalmente dura sete meses, mas que às vezes pode chegar a até doze meses em um ano. Não só a taxa de precipitação anual é mais baixa, como também as temperaturas são em geral mais altas. Estas áreas têm clima semi-árido tropical, com temperaturas médias mensais ficando acima de 22°C.</p>
<p>Quando chove, no início do ano, a paisagem muda muito rapidamente. As árvores cobrem-se de folhas e o solo fica forrado de pequenas plantas. A fauna volta a engordar. Através de caminhos diversos, os rios regionais saem das bordas das chapadas, percorrem extensas depressões entre os planaltos quentes e secos e acabam chegando ao mar, ou engrossando as águas do São Francisco e do Parnaíba (rios que cruzam a Caatinga).</p>
<p>Das cabeceiras até as proximidades do mar, os rios com nascentes na região permanecem secos por cinco ou sete meses no ano. Apenas o canal principal do São Francisco mantém seu fluxo através dos sertões, com águas trazidas de outras regiões climáticas e hídricas.</p>
<p><strong>Geologia, Relevo e Solos</strong></p>
<p>Geologicamente, a região é composta de vários tipos diferentes de rochas. Nas áreas de planície as rochas prevalecentes têm origem na era Cenozóica (do fim do período Terciário e início do período Quaternário), as quais se encontram cobertas por uma camada de solo bastante profunda, com afloramentos rochosos ocasionais, principalmente nas áreas mais altas que bordejam a Serra do Tombador; tais solos (latossolos) são solos argilosos (embora a camada superficial possa ser arenosa ou às vezes pedregosa) e minerais, com boa porosidade e rico em nutrientes. Afloramentos de rocha calcárea de coloração acinzentada ocorrem a oeste, sendo habitados por algumas espécies endêmicas e raras, como o Melocactus azureus.</p>
<div id="attachment_295" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://serradacantareira.blog.arautos.org/files/2010/08/caatinga_relevo1.jpg" title="árvores baixas e arbustos que, em geral, perdem as folhas na estação das secas" rel="lightbox[292]"><img class="size-medium wp-image-295" title="árvores baixas e arbustos que, em geral, perdem as folhas na estação das secas" src="http://serradacantareira.blog.arautos.org/files/2010/08/caatinga_relevo1-300x220.jpg" alt="árvores baixas e arbustos que, em geral, perdem as folhas na estação das secas" width="300" height="220" /></a><p class="wp-caption-text">árvores baixas e arbustos que, em geral, perdem as folhas na estação das secas</p></div>
<p>A região planáltica é composta de arenito metamorfoseado derivado de rochas sedimentares areníticas e quartzíticas consolidadas na era Proterozóica média; uma concentração alta de óxido férreo dá a estas rochas uma cor de rosa a avermelhada. Os solos gerados a partir da decomposição do arenito são extremamente pobres em nutrientes e altamente ácidos, formando depósitos arenosos ou pedregosos rasos, que se tornam mais profundos onde a topografia permite; afloramentos rochosos são uma característica comum das áreas mais altas.</p>
<p>Estes afloramentos rochosos e os solos pouco profundos formam as condições ideais para os cactos, e muitas espécies crescem nas pedras, em fissuras ou depressões da rocha onde a acumulação de areia, pedregulhos e outros detritos, juntamente com o húmus gerado pela decomposição de restos vegetais, sustenta o sistema radicular destas suculentas.</p>
<p>A Serra do Tombador possui um relevo montanhoso que se destaca das regiões mais baixas que o circundam &#8211; sua altitude fica em geral acima de 800 metros, alcançando aproximadamente 1000 m nos pontos de maior altitude, enquanto que a altitude nas planícies ao redor variam de 400 a 600 m, embora sofram um ligeiro aumento nas bordas do planalto.</p>
<p>O planalto age como uma barreira às nuvens carregadas de umidade provenientes do Oceano Atlântico que, ao ascenderem a medida em que se encontram com a barreira em que o planalto se constitui, se condensam e fornecem umidade na forma de neblina, orvalho e chuvas, mesmo no pico da estação seca. Isto resulta em um clima moderado e úmido que difere enormemente do clima das regiões mais baixas. Porém, o lado ocidental do planato é mais seco, com condições comparáveis às encontradas nas áreas de planície, porque a altitude das montanhas desviam as nuvens de chuva que vêm do Atlântico. Climatogramas de locais de altitude similar, mas localizados em lados opostos do planalto, claramente indicam a maior umidade do lado oriental. Um resultado da barreira formada pelas montanhas são nuvens carregadas de umidade provenientes do Oceano Atlântico, que produzem uma maior quantidade de chuvas no lado oriental.</p>
<p>A precipitação no planalto normalmente excede os 800 mm anuais, com picos de até 1.200 mm em determinados locais, enquanto que a média de precipitação nas áreas de planície fica em torno de 400 a 700 mm. A precipitação é freqüentemente bimodal nas regiões mais altas, com um máximo de chuvas no período de novembro a janeiro, e um segundo período chuvoso, menor, no período de março a abril.</p>
<p>A altitute elevada do relevo da Serra do Tombador conduz a um clima mesotérmico em que a média mensal da temperatura, pelo menos durante alguns meses, permanece abaixo dos 18°C. Os meses mais frios ocorrem no período do inverno (de maio a setembro, que coincide com a estação seca), quando o sol está em seu ponto mais baixo. As médias mensais de temperaturas do período mais quente do ano normalmente não excedem 22°C, sendo que os meses mais quentes do ano ocorrem entre outubro, um pouco antes do início da estação chuvosa, e fevereiro, quando as chuvas estão começando a se tornar raras.</p>
<p>O sertão nordestino é uma das regiões semi-áridas mais povoadas do mundo. A diferença entre a Caatinga e áreas com as mesmas características em outros países é que as populações se concentram onde existe água, promovendo um controle rigoroso da natalidade. No Brasil, entretanto, o homem está presente em toda a parte, tentando garantir a sua sobrevivência na luta contra o clima. A caatinga é coberta por solos relativamente férteis. Embora não tenha potencial madeireiro, exceto pela extração secular de lenha, a região é rica em recursos genéticos, dada a sua alta biodiversidade. Por outro lado, o aspecto agressivo da vegetação contrasta com o colorido diversificado das flores emergentes no período das chuvas.</p>
<p>Os grandes açudes atraíram fazendas de criação de gado. Em regiões como o Vale do São Francisco, a irrigação foi incentivada sem o uso de técnica apropriada e o resultado tem sido desastroso. A salinização do solo é, hoje, uma realidade. Especialmente na região onde os solos são rasos e a evaporação da água ocorre rapidamente devido o calor, a agricultura tornou-se impraticável.</p>
<p>Outro problema é a contaminação das águas por agrotóxicos. Depois de aplicado nas lavouras, o agrotóxico escorre das folhas para o solo, levado pela irrigação, e daí para as represas, matando os peixes. Nos últimos 15 anos, 40 mil km2 de Caatinga se transformaram em deserto devido à interferência do homem sobre o meio ambiente da região. As siderúrgicas e olarias também são responsáveis por este processo, devido ao corte da vegetação nativa para produção de lenha e carvão vegetal.</p>
<p><strong><br />
Vegetação<br />
</strong></p>
<p>A vegetação do bioma é extremamente diversificada, incluindo, além das caatingas, vários outros ambiente associados. São reconhecidos 12 tipos diferentes de Caatingas, que chamam atenção especial pelos exemplos fascinantes de adaptações aos hábitats semi-áridos. Tal situação pode explicar, parcialmente, a grande diversidade de espécies vegetais, muitas das quais endêmicas ao bioma. Estima-se que pelo menos 932 espécies já foram registradas para a região, sendo 380 endêmicas.</p>
<p>A caatinga é um tipo de formação vegetal com características bem definidas: árvores baixas e arbustos que, em geral, perdem as folhas na estação das secas (espécies caducifólias), além de muitas cactáceas.</p>
<div id="attachment_294" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://serradacantareira.blog.arautos.org/files/2010/08/caatinga_vegetacao1.jpg" title="Além de cactáceas, como Cereus (mandacaru e facheiro) e Pilocereu (xiquexique), a caatinga também apresenta muitas leguminosas (mimosa, acácia, emburana)" rel="lightbox[292]"><img class="size-medium wp-image-294" title="Além de cactáceas, como Cereus (mandacaru e facheiro) e Pilocereu (xiquexique), a caatinga também apresenta muitas leguminosas (mimosa, acácia, emburana)" src="http://serradacantareira.blog.arautos.org/files/2010/08/caatinga_vegetacao1-300x227.jpg" alt="Além de cactáceas, como Cereus (mandacaru e facheiro) e Pilocereu (xiquexique), a caatinga também apresenta muitas leguminosas (mimosa, acácia, emburana)" width="300" height="227" /></a><p class="wp-caption-text">Além de cactáceas, como Cereus (mandacaru e facheiro) e Pilocereu (xiquexique), a caatinga também apresenta muitas leguminosas (mimosa, acácia, emburana)</p></div>
<p>A caatinga apresenta três estratos: arbóreo (8 a 12 metros), arbustivo (2 a 5 metros) e o herbáceo (abaixo de 2 metros). Contraditoriamente, a flora dos sertões é constituída por espécies com longa história de adaptação ao calor e à seca, é incapaz de reestruturar-se naturalmente se máquinas forem usadas para alterar o solo. A degradação é, portanto, irreversível na caatinga.</p>
<p>O aspecto geral da vegetação, na seca, é de uma mata espinhosa e agreste. Algumas poucas espécies da caatinga não perdem as folhas na época da seca. Entre essas destaca-se o juazeiro, uma das plantas mais típicas desse ecossistema.</p>
<p>Ao caírem as primeiras chuvas no fim do ano, a caatinga perde seu aspecto rude e torna-se rapidamente verde e florida. Além de cactáceas, como Cereus (mandacaru e facheiro) e Pilocereu (xiquexique), a caatinga também apresenta muitas leguminosas (mimosa, acácia, emburana, etc.).</p>
<p>Algumas das espécies mais comuns da região são a emburana, a aroeira, o umbu, a baraúna, a maniçoba, a macambira, o mandacaru e o juazeiro.</p>
<p>No meio de tanta aridez, a caatinga surpreende com suas &#8220;ilhas de umidade&#8221; e solos férteis. São os chamados brejos, que quebram a monotonia das condições físicas e geológicas dos sertões. Nessas ilhas, é possível produzir quase todos os alimentos e frutas peculiares aos trópicos.</p>
<p>As espécies vegetais que habitam esta área são em geral dotadas de folhas pequenas, uma adaptação para reduzir a transpiração. Gêneros de plantas da família das leguminosas, como Acacia e Mimosa, são bastante comuns. A presença de cactáceas, notavelmente o cacto mandacaru (Cereus jamacaru), caracterizam a vegetação de caatinga; especificamente na caatinga da região de Morro do Chapéu, é característica a palmeira licuri (Syagrus coronata).</p>
<p>Fauna</p>
<p>Quando chove na caatinga, no início do ano, a paisagem e seus habitantes se modificam. Lá vive a ararinha-azul, ameaçada de extinção. Outros animais da região são o sapo-cururu, a asa-branca, a cotia, a gambá, o preá, o veado-catingueiro, o tatu-peba e o sagui-do-nordeste, entre outros.</p>
<p>A situação de conservação dos peixes da Caatinga ainda é precariamente conhecida. Apenas quatros espécies que ocorrem no bioma foram listadas preliminarmente como ameaçadas de extinção, porém se deve ponderar que grande parte da ictiofauna não foi ainda avaliada.</p>
<p>São conhecidas, em localidades com feição características da caatinga semi-áridas, 44 espécies de lagartos, 9 espécies de anfisbenídeos, 47 de serpentes, quatro de quelônios, três de crocolia, 47 de anfíbios &#8211; dessas espécies apenas 15% são endêmicas. Um conjunto de 15 espécies e de 45 subespécies foi identificado como endêmico. São 20 as espécies ameaçadas de extinção, estando incluídas nesse conjunto duas das espécies de aves mais ameaçadas do mundo</p>
<p>Levantamentos de fauna na Caatinga revelam a existência de 40 espécies de lagartos, 7 espécies de anfibenídeos (lagartos sem patas), 45 espécies de serpentes, 4 de quelônios, 1 de crocodiliano, 44 anfíbios.</p>
<p>Também constituída por diversos tipos de aves, algumas endêmicas do Nordeste, como o patinho, chupa-dente, o fígado, além de outras espécies de animais, como o tatu-peba, o gato-do-mato, o macaco prego e o bicho preguiça.</p>
<p>Destaca-se também a ocorrência de espécies em extinção, como o próprio gato-do-mato, o gato-maracajá, o patinho, a jararaca e a sucuri-bico-de-jaca.</p>
<p>A Caatinga possui extensas áreas degradadas, muitas delas incorrem, de certo modo, em rsico de desertificação. A fauna da Caatinga sofre grande prejuízos tanto por causa da pressão e da perda de hábitat como também em razão da caça e da pesca sem controle. Também há grande pressão da população regional no que se refere à exploração dos recursos florestais da Caatinga.</p>
<p>A Caatinga carece de planejamento estratégico permanente e dinâmico com o qual se pretende evitar a perda da biodiversidade do seu bioma.</p>
<pre><a href="http://www.achetudoeregiao.com.br/animais/caatinga.htm" target="_blank">Portal do Brasil</a></pre>
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		<title>Fauna e Flora da Serra da Cantareira</title>
		<link>http://serradacantareira.blog.arautos.org/2010/03/16/fauna-e-flora-da-serra-da-cantareira/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 16:57:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Cesar - Serra da Cantareira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Serra da Cantareira é um fragmento da Mata Atlântica com várias espécies de fauna e flora.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center">
<div class="ngg-imagebrowser" id="ngg-imagebrowser-1-277">

	<h3>A preguiça, ou bicho-preguiça</h3>

	<div class="pic">
<a href="http://serradacantareira.blog.arautos.org/wp-content/blogs.dir/49/files/fauna-e-flora-serra-da-cantareira/220px-bradypus.jpg" title="Todos os dedos têm garras longas pelas quais a preguiça se pendura aos galhos das árvores, com o dorso para baixo. Seu nome advém do metabolismo  muito lento do seu organismo" class="shutterset_fauna-e-flora-serra-da-cantareira">
	<img alt="A preguiça, ou bicho-preguiça" src="http://serradacantareira.blog.arautos.org/wp-content/blogs.dir/49/files/fauna-e-flora-serra-da-cantareira/220px-bradypus.jpg"/>
</a>
</div>
	<div class="ngg-imagebrowser-nav"> 
		<div class="back">
			<a class="ngg-browser-prev" id="ngg-prev-10" href="http://serradacantareira.blog.arautos.org/2010/03/16/fauna-e-flora-da-serra-da-cantareira/?pid=10">&#9668; Back</a>
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		<div class="next">
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		</div>
		<div class="counter">Picture 1 of 19</div>
		<div class="ngg-imagebrowser-desc"><p>Todos os dedos têm garras longas pelas quais a preguiça se pendura aos galhos das árvores, com o dorso para baixo. Seu nome advém do metabolismo  muito lento do seu organismo</p></div>
	</div>	

</div>	

</p>
<p><a href="http://serradacantareira.blog.arautos.org/files/2010/03/DSC08779.JPG" title="DSC08779" rel="lightbox[277]"><img class="alignleft" style="margin-left: 3px;margin-right: 3px" title="DSC08779" src="http://serradacantareira.blog.arautos.org/files/2010/03/DSC08779-300x225.jpg" alt="DSC08779" width="300" height="225" /></a></p>
<p>A Serra da Cantareira é um fragmento da <a title="Mata  Atlântica" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mata_Atl%C3%A2ntica" target="_blank">Mata Atlântica</a> com várias espécies de <a title="Fauna" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fauna" target="_blank">fauna</a> e <a title="Flora" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Flora" target="_blank">flora</a>.</p>
<ul>
<li>Fauna: <a title="Bugio" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bugio" target="_blank">bugio</a>,  <a title="Veado-mateiro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Veado-mateiro" target="_blank">veado-mateiro</a>, <a title="Preguiça" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pregui%C3%A7a" target="_blank">preguiça</a>,  <a title="Serelepe" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Serelepe" target="_blank">serelepe</a> (ou caxinguelê), <a title="Quati" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Quati" target="_blank">quati</a>, <a title="Jararaca" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jararaca" target="_blank">jararaca</a>,  <a title="Cobra-coral" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cobra-coral" target="_blank">coral</a>,  <a title="Suçuarana" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Su%C3%A7uarana" target="_blank">suçuarana</a></li>
<li>Flora: <a title="Xaxim" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Xaxim" target="_blank">samambaia-açu  ou xaxim</a>, hoje espécie ameaçada devido à exploração desenfreada.  Árvore muito antiga, contemporânea dos dinossauros, <a title="Figueira" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Figueira" target="_blank">figueira</a>,  que apresenta mais de 5000 espécies em todo o mundo, principalmente em  climas tropicais. Devido à força de suas raízes, não aconselha-se  plantá-la perto de edificações, com a certeza de trincas e rachaduras  nas paredes, <a title="Jacarandá-paulista" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jacarand%C3%A1-paulista" target="_blank">jacarandá-paulista</a>, <a title="Canela-incenso (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Canela-incenso&amp;action=edit&amp;redlink=1" target="_blank">canela-incenso</a>,  <a title="Embaúba" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Emba%C3%BAba" target="_blank">embaúba</a>,  <a title="Tapiá-mirim (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Tapi%C3%A1-mirim&amp;action=edit&amp;redlink=1" target="_blank">tapiá-mirim</a>,  árvore habitante principalmente de morros e montanhas, e sua madeira é  muito utilizada na industria madereira, <a title="Pau-jacaré" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pau-jacar%C3%A9" target="_blank">pau-jacaré</a>, apresenta crescimento muito  acelerado, chegando aos seus 90 km em 2 anos, <a title="Palmito-doce (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Palmito-doce&amp;action=edit&amp;redlink=1" target="_blank">palmito-doce</a>(ou  <a title="Içara (palmeira)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/I%C3%A7ara_%28palmeira%29" target="_blank">içara</a>, ou <a title="Palmeira" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Palmeira" target="_blank">palmeira</a>),  nativa da Mata Atlântica, <a title="Luehea  divaricata" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Luehea_divaricata" target="_blank">açoita-cavalo</a>, <a title="Pasto-d'anta (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Pasto-d%27anta&amp;action=edit&amp;redlink=1" target="_blank">pasto-d&#8217;anta</a>, <a title="Cedro-rosa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cedro-rosa" target="_blank">cedro-rosa</a>,  <a title="Bambu" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bambu" target="_blank">bambu</a>, <a title="Araucária" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Arauc%C3%A1ria" target="_blank">araucária</a>,  <a title="Helicônia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Helic%C3%B4nia" target="_blank">helicônia</a>,  <a title="Jequitibá-branco" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jequitib%C3%A1-branco" target="_blank">jequitibá-branco</a>, <a title="Vassourão-branco (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Vassour%C3%A3o-branco&amp;action=edit&amp;redlink=1" target="_blank">vassourão-branco</a>(ou  <a title="Vernonia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vernonia" target="_blank">vernonia</a>),  <a title="Philodendros (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Philodendros&amp;action=edit&amp;redlink=1" target="_blank">philodendros</a>, <a title="Cabreúva" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cabre%C3%BAva" target="_blank">cabreúva</a>, <a title="Pata-de-vaca" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pata-de-vaca" target="_blank">pata-de-vaca</a>,  nome dado devido ao formato de suas folhas, circulares achatado, e <a title="Bromélias" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brom%C3%A9lias" target="_blank">bromélias</a>, originária das Américas, de florestas  tropicais, apresenta mais de 200 espécies, e o gênero <em>ananas</em> é  utilizado para produção de batatas e morangos.</li>
</ul>
<p><a href="http://serradacantareira.blog.arautos.org/files/2010/03/DSC08779.JPG"><br />
</a></p>
<pre><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Parque_da_Cantareira">wikipédia</a></pre>
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		<title>Igreja da América Latina demonstra preocupação com ameaças à Amazônia</title>
		<link>http://serradacantareira.blog.arautos.org/2009/10/05/igreja-da-america-latina-demonstra-preocupacao-com-ameacas-a-amazonia/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 17:08:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Cesar - Serra da Cantareira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os bispos, padres e leigos que estiveram presentes no 3º Encontro Regional sobre a Amazônia, em Manaus (AM), aprovaram, na manhã de ontem (4), uma declaração em que reafirmam o compromisso da Igreja da América Latina com a Amazônia e expressam "preocupação" com as múltiplas ameaças que cercam a região]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><strong></strong></p>
<div id="attachment_262" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><strong><strong><img class="size-medium wp-image-262" src="http://serradacantareira.blog.arautos.org/files/2009/10/img4ac8df8e1b0b2-300x200.jpg" alt="Participantes do Encontro em Manaus" width="300" height="200" /></strong></strong><p class="wp-caption-text">Participantes do Encontro em Manaus</p></div>
<p><strong>Manaus (Segunda, 05-10-2009)</strong> Os bispos, padres e leigos que estiveram presentes no 3º Encontro Regional sobre a Amazônia, em Manaus (AM), aprovaram, na manhã de ontem (4), uma declaração em que reafirmam o compromisso da Igreja da América Latina com a Amazônia e expressam &#8220;preocupação&#8221; com as múltiplas ameaças que cercam a região, informou a CNBB. O evento foi convocado pelo Conselho Episcopal Latinoamericano (Celam) a partir de seus Departamentos de Justiça e Caridade, Missões e Espiritualidade, Comunhão e Diálogo.</p>
<p style="text-align: justify">Ressaltando o caráter divino da região amazônica por conta de sua diversidade de climas, biomas, rios, recursos naturais e povos com variadas culturas, a declaração afirma a necessidade de rechaçar &#8220;crenças equivocadas&#8221; acerca da região.</p>
<p style="text-align: justify">Cita, como exemplo, as afirmações sobre a Amazônia como uma &#8220;homogeneidade de ecossistemas e de povos, como a última fronteira da humanidade que deve ser ocupada ou o pulmão verde do mundo&#8221;. Igualmente rechaça os que consideram os povos autóctones (aqueles que viviam numa área geográfica antes da sua colonização) como &#8220;um freio ao desenvolvimento&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify">A declaração condena também os modelos desenvolvimentistas que respondem à &#8220;racionalidade mercantilista de maximização da ganância, muitas vezes em prejuízo às pessoas, ao direito dos povos e do ambiente&#8221;. Recorda tanto os que destroem a natureza quanto os que a querem manter de pé numa visão capitalista e mercadológica.</p>
<p style="text-align: justify">Outra questão observada é a urbanização, que já levou mais de 70% das populações amazônicas às cidades. Segundo o documento, isto deteriora não só a qualidade das águas dos rios e a preservação da selva, mas também as condições de vida das pessoas, principalmente as das periferias mais pobres das cidades, o que causa a perda de suas tradições históricas.</p>
<p style="text-align: justify">Já os projetos dos governos latinoamericanos para a PanAmazônia receberam críticas dos participantes do encontro. Esses projetos governamentais, afirmaram, &#8220;violam os direitos de territorialidade dos povos indígenas, assim como o direito dos povos à água doce, à educação, saúde e trabalho, expressamente contidos em leis regulatórias viventes e nos tratados internacionais sobre os direitos humanos a que nossos países têm aderido&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify">A declaração defende, ainda, o direito dos povos amazônicos à evangelização, afirmando ser &#8220;imprescindível acompanhar os povos indígenas na vivência e expressão da fé e no seu processo de ser protagonistas da evangelização e da transformação da sociedade. A serviço deles estão as instituições da Igreja tais como o Celam, as Conferências Episcopais e as pastorais diocesanas&#8221;.</p>
<pre style="text-align: justify">Fontes:
http://www.cnbb.org.br
http://www.gaudiumpress.org</pre>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Entidades católicas enviam delegação a evento sobre mudanças climáticas nos EUA</title>
		<link>http://serradacantareira.blog.arautos.org/2009/09/23/entidades-catolicas-enviam-delegacao-a-evento-sobre-mudancas-climaticas-nos-eua/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 14:02:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Cesar - Serra da Cantareira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Ecossistemas]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Solar]]></category>
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		<category><![CDATA[dióxido de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Preservação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[reflorestamento]]></category>

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		<description><![CDATA[A União Internacional de Agências de Desenvolvimento Católicas (CIDSE) e a Cáritas Internacional anunciaram nesta terça-feira o envio de uma delegação ao encontro das Nações Unidas sobre as mudanças climáticas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><strong></strong></p>
<div id="attachment_250" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><strong><strong><a title="http://www.caritas.org/activities/climate_change/ClimateJusticeInNewYork.html" href="http://www.caritas.org/activities/climate_change/ClimateJusticeInNewYork.html" target="_blank"><img class="size-full wp-image-250" src="http://serradacantareira.blog.arautos.org/files/2009/09/climatejusticefront.jpg" alt="Climate Justice Statement " width="300" height="200" /></a></strong></strong><p class="wp-caption-text">Climate Justice Statement </p></div>
<p><strong>Nova York</strong> A União Internacional de Agências de Desenvolvimento Católicas (CIDSE) e a Cáritas Internacional anunciaram nesta terça-feira o envio de uma delegação ao encontro das Nações Unidas sobre as mudanças climáticas que acontece hoje, 22, em Nova York.</p>
<p style="text-align: justify">Os dois órgãos vão se juntar aos responsáveis eclesiais e especialistas de países desenvolvidos e em desenvolvimento para solicitar aos líderes mundiais que ‘dêem prioridade absoluta a um novo acordo sobre o clima&#8217;.</p>
<div id="attachment_251" class="wp-caption alignright" style="width: 235px"><strong><a href="http://www.cidse.org/"><img class="size-full wp-image-251" src="http://serradacantareira.blog.arautos.org/files/2009/09/_mg_1399.jpg" alt="Meeting and photo opportunity with Mr. Jose Manuel Barroso, President of the European Commission." width="225" height="150" /></a></strong><p class="wp-caption-text">Meeting and photo opportunity with Mr. Jose Manuel Barroso, President of the European Commission.</p></div>
<p style="text-align: justify">O cardeal britânico e chefe da delegação, Keith O&#8217;Brien, afirmou que &#8220;os países ricos têm um dever moral inequívoco de reduzir as suas emissões e de ajudar os países em vias de desenvolvimento, que já sofreram as conseqüências do nosso uso excessivo de combustíveis fósseis com o intuito dos lucros&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify">Os líderes mundiais se encontram na cidade estadunidense para conseguir a disposição política necessária e conseguir um acordo na conferência das Nações Unidas sobre as mudanças climáticas, que acontece entre 7 e 18 de dezembro, em Copenhague, capital da Dinamarca.</p>
<p style="text-align: justify">
<p>A CIDSE e a Cáritas Internacional constituem a maior aliança humanitária e de desenvolvimento do mundo, com focos de atuação em mais de 200 países.</p>
<pre>Fontes:
http://www.gaudiumpress.org
http://www.cidse.org
http://www.caritas.org</pre>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Dia de Oração pelo Meio Ambiente é comemorado na comunidade ortodoxa</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 02:12:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Cesar - Serra da Cantareira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
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		<description><![CDATA[A comunidade ortodoxa mundial celebra nesta terça-feira, dia 1º, o Dia de Oração pelo Meio Ambiente. Para a ocasião, o patriarca ecumênico de Constantinopla, Bartolomeu I, divulgou uma mensagem em que pde que a crise financeira mundial enseje mudanças na abordagem com relação ao meio ambiente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><strong>Istambul </strong>A comunidade ortodoxa mundial celebra nesta terça-feira, dia 1º, o Dia de Oração pelo Meio Ambiente. Para a ocasião, o patriarca ecumênico de Constantinopla, Bartolomeu I, divulgou uma mensagem em que pde que a crise financeira mundial enseje mudanças na abordagem com relação ao meio ambiente.</p>
<p style="text-align: justify">&#8220;(A crise) oferece uma oportunidade para lidarmos com os problemas de maneira diferente. Precisamos incluir o amor em nossos desafios &#8211; o amor que inspira coragem e compaixão&#8221;, declarou o patriarca.</p>
<p style="text-align: justify">Bartolomeu pediu ainda em sua mensagem que se ore pelo sucesso da próxima Convenção da ONU sobre mudanças climáticas, marcada para o mês de dezembro em Copenhague, na Dinamarca. &#8220;Todos devemos renovar nosso compromisso para trabalhar juntos e promover mudanças. Rezemos para rejeitar qualquer atitude que prejudique a Criação, para alterar nosso modo de pensar, e então, drasticamente, nosso modo de viver&#8221;, clamou em seu texto.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Suíça </strong></p>
<p style="text-align: justify">Paralelamente à Conferência de dezembro, diversos eventos preparatórios vêm ocorrendo com o intuito de &#8220;afinar os discursos&#8221; para o encontro na Dinamarca. Desde ontem, em Genebra, na Suíça, representantes de 150 países estão debatendo uma postura científica comum sobre como prever melhor os efeitos das mudanças climáticas. Também discutem maneiras mais eficazes para colocar à disposição de todos informações confiáveis sobre o tema.</p>
<p style="text-align: justify">Conforme noticiado pela Radio Vaticana, a enviada especial da ONU para a Mudança Climática, Gro Harlem Brundtland, destacou no evento de Genebra que muitas situações de crise de fome, epidemias e deslocamentos forçados, quase exclusivas dos países pobres, estão vinculadas aos desastres naturais, agora mais freqüentes devido ao aquecimento do planeta.</p>
<p style="text-align: justify">A conferência da Suíça é a terceira do gênero organizada pela Organização Meteorológica Mundial (OMM). A expectativa é que a conferência deste ano termine com um acordo para a criação de uma rede mundial de informações climáticas.</p>
<pre style="text-align: justify">Fonte: <a href="http://pt.gaudiumpress.org/view/show/7854-dia-de-oracao-pelo-meio-ambiente-e-comemorado-na-comunidade-ortodoxa" target="_blank">Gaudium Press</a></pre>
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		<title>A SERRA DO MAR &#8211; SÃO PAULO</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 22:39:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Cesar - Serra da Cantareira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arautos na Serra da Cantareira]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Mata Atlântica]]></category>
		<category><![CDATA[Serra do Mar]]></category>

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		<description><![CDATA[A paisagem acidentada - formada de escarpas rochosas que podiam chegar a uma altura de 800 metros, clima úmido, cerrada vegetação de mata atlântica - impunha enormes desafios à construção de uma ferrovia de extensão de oito quilômetros. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A comunicação dos Campos de Piratininga com o litoral de Santos tinha como obstáculo a imponente  					cordilheira rochosa, denominada Serra do Mar, que se estende do Rio Grande do Sul ao Rio de Janeiro.    					A sua elevação máxima atinge 937 metros sobre o nível do mar. Para vencer as suas escarpas em  					direção a Santos, os índios da região costumavam seguir o caminho deixado pela carreira  					de antas. Os colonos, por sua vez, valiam-se da dificílima trilha indígena, conforme  					testemunha o jesuíta Fernão Cardim, no ano de 1585: &#8220;o caminho é tão  					íngreme que às vezes íamos pegando com as mãos&#8221;. <a title="Cardim, Fernão. Tratados de terra e gente do Brasil. Introdução de Rodolfo Garcia. Belo Horizonte: Itatiaia, São Paulo: Edusp, 1980, p. 172." href="http://www.aprenda450anos.com.br/450anos/vila_metropole/1-2_serra_mar.asp#"></a> Lamenta-se também o jesuíta Simão de Vasconcelos das dificuldades encontradas no mesmo itinerário:  					&#8220;O mais do espaço não é caminhar, é trepar de pés e mãos, aferrados às raízes das árvores,  					e por entre quebradas tais, e tais despenhadeiros, que confesso de mim que  					a primeira vez que passei por aqui, me tremeram as carnes, olhando para baixo&#8221;.</p>
<p><div id="attachment_237" class="wp-caption alignright" style="width: 288px"><a title="jesuitas catequizando indios" rel="lightbox[roadtrip]" href="http://serradacantareira.blog.arautos.org/files/2009/08/jesuitas_catequizando_indios.jpg"><img class="size-full wp-image-237" src="http://serradacantareira.blog.arautos.org/files/2009/08/jesuitas_catequizando_indios.jpg" alt="jesuitas catequizandoindios" width="278" height="183" /></a><p class="wp-caption-text">Jesuitas Catequizando Indios</p></div>Ao longo dos primeiros séculos os colonos percorreram o itinerário indígena, chamado de peabiru pelos índios e de caminho de São Tomé pelos jesuítas, que ligava as tribos da nação guarani da bacia do Paraguai com a tribo dos patos do litoral de Santa Catarina, com os carijós de Iguape e Cananéia e com as tribos de Piratininga. De acordo com Washington Luís, era um caminho &#8220;muito batido, com uma largura de 8 palmos, estendendo-se por mais 200 léguas desde a capitania de S. Vicente, da Costa do Brasil, até as margens do rio Paraná, passando pelos rios Tibagi, Ivaí e Pequeri&#8221;.</p>
<p>Com o tempo, as trilhas indígenas foram sendo aprimoradas. Outros caminhos calçados com laje foram abertos para facilitar a circulação das tropas de mulas, melhorando o acesso a vários portos do litoral. Em 1789, Bernardo José Lorena, governador da Capitania de São Vicente, determinou a recuperação da Estrada Caminho do Mar, que foi pavimentada com lajes de granito no trecho da serra, a famosa Calçada do Lorena, que mais tarde se tornou conhecida como Estrada da Maioridade.</p>
<p>Mas foi somente em meados do século XIX que a construção da Ferrovia Santos-São Paulo-Campinas, a cargo de uma companhia inglesa, criou uma nova geografia na Serra do Mar. É fácil imaginar as enormes dificuldades técnicas e financeiras de tal empreitada!</p>
<p><div id="attachment_234" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a title="Trecho da Serra do Mar" rel="lightbox[roadtrip]" href="http://serradacantareira.blog.arautos.org/files/2009/08/rm05_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-234" src="http://serradacantareira.blog.arautos.org/files/2009/08/rm05_c.jpg" alt="Trecho da Serra do Mar. Estrada de Ferro Santos-Jundiaí , c. 1865. Crédito: Militão Augusto de Azevedo " width="300" height="224" /></a><p class="wp-caption-text">Trecho da Serra do Mar. Estrada de Ferro Santos-Jundiaí , c. 1865. Crédito: Militão Augusto de Azevedo </p></div>A paisagem acidentada &#8211; formada de escarpas rochosas que podiam chegar a uma altura de 800 metros, clima úmido, cerrada vegetação de mata atlântica &#8211; impunha enormes desafios à construção de uma ferrovia de extensão de oito quilômetros. Porém, uma vez construída, a estrada de ferro intensificou a comunicação com o interior e o litoral, além de atribuir a Santos um papel de destaque como porto exportador, sendo equiparado apenas ao Rio de Janeiro.</p>
<p>No final do século XIX, o automóvel aparece no cenário brasileiro, provocando mudanças radicais nos caminhos que ligam o planalto ao Oceano Atlântico. Com a chegada do novo século, foi recuperada a Estrada Caminho do Mar, onde, em 1922, construiu-se um conjunto de edifícios projetados por Victor Dubugras, em comemoração ao Centenário da Independência. Em 1947, foi inaugurada a Via Anchieta, pista ascendente, e, em 1953, a pista descendente, com 58 viadutos, 18 pontes e 5 túneis. Nesse período, a estrada recebia em média 768 veículos por dia. <a title="www.estradas.com.br, acessado em 7/8/2003." href="http://www.aprenda450anos.com.br/450anos/vila_metropole/1-2_serra_mar.asp#"><span class="linkrodape">7</span></a> Em 1975, tendo em vista a saturação da Via Anchieta, inaugurou-se o complexo Anchieta-Imigrantes, com 198 quilômetros de extensão, por onde circularam, até 1998, 127.341.358 veículos.</p>
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		<title>Papa alerta: respeito à vida e sobre ecologia</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 14:34:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Cesar - Serra da Cantareira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Encíclica considera contradição pedir às novas gerações o respeito do ambiente «quando a educação e as leis não as ajudam a respeitar-se a si mesmas»




Bento XVI considera que um “dos aspectos mais evidentes do desenvolvimento actual” é a questão do respeito pela vida, condenando mentalidades anti-natalistas e a promoção do aborto e da eutanásia.O documento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Encíclica considera contradição pedir às novas gerações o respeito do ambiente «quando a educação e as leis não as ajudam a respeitar-se a si mesmas»</h3>
<div>
<div class="entrybody">
<h3><a href="http://africa.blog.arautos.org/files/2009/07/vida.jpg"><img class="size-medium wp-image-693 alignleft" style="border: 1px solid black;margin: 0px 2px" src="http://africa.blog.arautos.org/files/2009/07/vida-300x148.jpg" alt="vida" width="300" height="92" /></a></h3>
</div>
<p>Bento XVI considera que um “dos aspectos mais evidentes do desenvolvimento actual” é a questão do respeito pela vida, condenando mentalidades anti-natalistas e a promoção do aborto e da eutanásia.O documento indica que “a fecundação <em>in vitro</em>, a pesquisa sobre os embriões, a possibilidade da clonagem e hibridação humana nascem e promovem-se na actual cultura do desencanto total, que pensa ter desvendado todos os mistérios porque já se chegou à raiz da vida”.</div>
<p>“À difusa e trágica chaga do aborto poder-se-ia juntar no futuro &#8211; embora subrepticiamente já esteja presente <em>in nuce </em>- uma sistemática planificação eugenética dos nascimentos. No extremo oposto, vai abrindo caminho uma <em>mens eutanasica</em>, manifestação não menos abusiva de domínio sobre a vida”, adverte.</p>
<p>Segundo Bento XVI, se “não é respeitado o direito à vida e à morte natural, se se torna artificial a concepção, a gestação e o nascimento do homem, se são sacrificados embriões humanos na pesquisa, a consciência comum acaba por perder o conceito de ecologia humana e, com ele, o de ecologia ambiental”.</p>
<p>“É uma contradição pedir às novas gerações o respeito do ambiente natural, quando a educação e as leis não as ajudam a respeitar-se a si mesmas”, diz o Papa.</p>
<p>A encíclica diz que os projectos para um desenvolvimento humano integral “não podem ignorar os vindouros, mas devem ser animados pela solidariedade e a justiça entre as gerações, tendo em conta os diversos âmbitos: ecológico, jurídico, económico, político, cultural”.</p>
<p>Em particular, Bento XVI desenvolve as questões relacionadas com “as problemáticas energéticas”, condenando “o açambarcamento dos recursos energéticos não renováveis por parte de alguns Estados, grupos de poder e empresas”.</p>
<p>“A protecção do ambiente, dos recursos e do clima requer que todos os responsáveis internacionais actuem conjuntamente e se demonstrem prontos a agir de boa fé, no respeito da lei e da solidariedade para com as regiões mais débeis da terra”, indica o documento.</p>
<p>O Papa observa que “a monopolização dos recursos naturais, que em muitos casos se encontram precisamente nos países pobres, gera exploração e frequentes conflitos entre as nações e dentro das mesmas”.</p>
<p>Nesse sentido, prossegue, “a comunidade internacional tem o imperioso dever de encontrar as vias institucionais para regular a exploração dos recursos não renováveis, com a participação também dos países pobres, de modo a planificar em conjunto o futuro”.</p>
<p>Por isso, Bento XVI frisa que também neste campo “há urgente necessidade moral de uma renovada solidariedade, especialmente nas relações entre os países em vias de desenvolvimento e os países altamente industrializados”.</p>
<p>“As sociedades tecnicamente avançadas podem e devem diminuir o consumo energético seja porque as actividades manufactureiras evoluem, seja porque entre os seus cidadãos reina maior sensibilidade ecológica. Além disso há que acrescentar que, actualmente, é possível melhorar a eficiência energética e fazer avançar a pesquisa de energias alternativas”, pode ler-se.</p>
<p>“O açambarcamento dos recursos, especialmente da água, pode provocar graves conflitos entre as populações envolvidas”, alerta ainda a “Caritas in veritate”.</p>
<pre>Fonte: Eclesia</pre>
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		</item>
		<item>
		<title>Fauna da Serra da Cantareira o Tamanduá ou papa-formigas</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 00:53:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Cesar - Serra da Cantareira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arautos na Serra da Cantareira]]></category>
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		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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		<category><![CDATA[Serra da Cantareira]]></category>
		<category><![CDATA[tamanduá]]></category>

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		<description><![CDATA[


Tamanduá





Classificação científica






Reino:
Animalia


Filo:
Chordata


Classe:
Mammalia


Infraclasse:
Placentalia


Superordem:
Xenarthra


Ordem:
Pilosa


Subordem:
Vermilingua


Família:
Myrmecophagidae
Gray 1825






 Géneros


Myrmecophaga
Tamandu



Os tamanduás ou papa-formigas são napudas da ordem Pilosa que vivem nas florestas e savanas das Américas Central e do Sul, desde o Belize até a Argentina. São muito comuns no Brasil,  conhecidos com os nomes de jurumim, tamanduá-de-colete, tapi (cuja  origem provem do latim Totalis e do romeno Historispi), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table style="float:left;margin-right:5px" border="0" cellspacing="1">
<tbody>
<tr>
<th align="center"><strong>Tamanduá</strong></th>
</tr>
<tr>
<td><a title="Myresluger2.jpg" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Myresluger2.jpg" target="_blank"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/3b/Myresluger2.jpg/220px-Myresluger2.jpg" alt="tamandua" width="220" height="149" /></a></td>
</tr>
<tr>
<th><strong><a title="Classificação científica" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Classifica%C3%A7%C3%A3o_cient%C3%ADfica" target="_blank">Classificação científica</a></strong></th>
</tr>
<tr>
<td>
<table border="0" cellpadding="2">
<tbody>
<tr valign="top">
<td><a title="Reino (biologia)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Reino_%28biologia%29" target="_blank">Reino</a>:</td>
<td><a title="Animalia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Animalia" target="_blank">Animalia</a></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td><a title="Filo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Filo" target="_blank">Filo</a>:</td>
<td><a title="Chordata" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chordata" target="_blank">Chordata</a></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td><a title="Classe (biologia)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Classe_%28biologia%29" target="_blank">Classe</a>:</td>
<td><a title="Mammalia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mammalia" target="_blank">Mammalia</a></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td><a title="Classe (biologia)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Classe_%28biologia%29" target="_blank">Infraclasse</a>:</td>
<td><a title="Placentalia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Placentalia" target="_blank">Placentalia</a></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td><a title="Ordem (biologia)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ordem_%28biologia%29" target="_blank">Superordem</a>:</td>
<td><a title="Xenarthra" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Xenarthra" target="_blank">Xenarthra</a></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td><a title="Ordem (biologia)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ordem_%28biologia%29" target="_blank">Ordem</a>:</td>
<td><a title="Pilosa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pilosa" target="_blank">Pilosa</a></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td><a title="Ordem (biologia)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ordem_%28biologia%29" target="_blank">Subordem</a>:</td>
<td><a title="Vermilingua" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vermilingua" target="_blank">Vermilingua</a></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td><a title="Família (biologia)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fam%C3%ADlia_%28biologia%29" target="_blank">Família</a>:</td>
<td><strong>Myrmecophagidae</strong></p>
<p>Gray 1825</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr bgcolor="pink">
<th> Géneros</th>
</tr>
<tr>
<td><em>Myrmecophaga</em></p>
<p><em>Tamandu</em></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os <strong>tamanduás</strong> ou <strong>papa-formigas</strong> são <a title="Napuda (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Napuda&amp;action=edit&amp;redlink=1" target="_blank">napudas</a> da ordem <a title="Pilosa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pilosa" target="_blank">Pilosa</a> que vivem nas <a title="Floresta" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Floresta" target="_blank">florestas</a> e <a title="Savana" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Savana" target="_blank">savanas</a> das Américas <a title="América Central" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Am%C3%A9rica_Central" target="_blank">Central</a> e <a title="América do Sul" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Am%C3%A9rica_do_Sul" target="_blank">do Sul</a>, desde o <a title="Belize" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Belize" target="_blank">Belize</a> até a <a title="Argentina" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Argentina" target="_blank">Argentina</a>. São muito comuns no <a title="Brasil" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil" target="_blank">Brasil</a>,  conhecidos com os nomes de jurumim, tamanduá-de-colete, tapi (cuja  origem provem do latim Totalis e do romeno Historispi), etc.</p>
<p><a title="Alimentação" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Alimenta%C3%A7%C3%A3o" target="_blank">Alimentam-se</a> de <a title="Formiga" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Formiga" target="_blank">formigas</a> e principalmente de <a title="Cupim" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cupim" target="_blank">cupins</a> (térmitas), que retiram dos cupinzeiros com a sua longa <a title="Língua" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua" target="_blank">língua</a> – chega a ter 200 cm de comprimento – alojada dentro de um <a title="Focinho" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Focinho" target="_blank">focinho</a> também afunilado. Para desfazer os cupinzeiros, os tamanduás têm <a title="Garra" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Garra" target="_blank">garras</a> fortes e curvas nas <a title="Pata (animal)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pata_%28animal%29" target="_blank">patas</a> dianteiras, que lhes dificultam o <a title="Locomoção" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Locomo%C3%A7%C3%A3o" target="_blank">andar</a>.</p>
<p>Um tamanduá-bandeira <a title="Adulto" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Adulto" target="_blank">adulto</a> pode atingir 100 kg de peso e um comprimento de 1,80 m, incluindo a <a title="Cauda" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cauda" target="_blank">cauda</a> que pode chegar a metade daquele tamanho.</p>
<p>Há uma espécie de tamanduá do Brasil que se encontra em perigo de <a title="Extinção" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Extin%C3%A7%C3%A3o" target="_blank">extinção</a>, o Myrmecophaga tridactyla, cujas <a title="Fêmea" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%AAmea" target="_blank">fêmeas</a> têm um único <a title="Filhote" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Filhote" target="_blank">filhote</a> por ano, muito pequeno e frágil, que é carregado nas costas da mãe até  cerca de um ano de idade, tornando-se assim muito vulnerável aos <a title="Predador" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Predador" target="_blank">predadores</a>. Outro grande problema que pode afectá-los é a destruição do seu <a title="Habitat" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Habitat" target="_blank">habitat</a>.</p>
<p>Fábulas Lusitanas: Histórias de Canavial, por <a title="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_Augusto_de_Lacerda_e_Mello" rel="nofollow" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_Augusto_de_Lacerda_e_Mello" target="_blank">Fernando Lacerda</a>,  grande escritor Lusitano do século XVIII, reverência a existência do  Tamanduá assim como suas características. A narrativa se passa em um  terreno tomado por plantações de cana onde o autor descreve o caminho  seguido por um jovem tamanduá em busca da verdade sobre sua existência.  No desenrolar do enredo, o protagonista encontra três amigos que  participarão, junto a ele, de diversas e insanas aventuras onde a  imaginação é a fronteira entre o certo e o duvidoso.</p>
<pre>fonte <a href="http://pt.wikipedia.org" target="_blank">wiki</a></pre>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Conferência “Em Defesa do Meio Ambiente”</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 19:12:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Cesar - Serra da Cantareira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arautos na Serra da Cantareira]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Ecossistemas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Preservação Serra da Cantareira]]></category>
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		<description><![CDATA[Dando seqüência ao seu trabalho de cidadania, a Faculdade Arautos  do Evangelho &#8211; FAEV continua seu Ciclo de Conferências. Realizou-se no dia 1º de  Abril de 2008, às 18h00, no Auditório da Faculdade Arautos do Evangelho e  envolveu a participação de 400 pessoas da comunidade acadêmica e moradores da  região da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="left">Dando seqüência ao seu trabalho de cidadania, a <a title="FAEV" href="http://www.faculdade.arautos.com.br" target="_blank">Faculdade Arautos  do Evangelho &#8211; FAEV</a> continua seu Ciclo de Conferências. Realizou-se no dia 1º de  Abril de 2008, às 18h00, no Auditório da <a title="FAEV" href="http://www.faculdade.arautos.com.br" target="_blank">Faculdade Arautos do Evangelho</a> e  envolveu a participação de 400 pessoas da comunidade acadêmica e moradores da  região da Serra da Cantareira, a Conferência sobre “Meio Ambiente em que vivemos  e o <a title="Serra da cantareira" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Parque_Estadual_da_Cantareira" target="_blank">Parque Estadual da Cantareira</a>”. Para explanação do tema foi convidado o  Secretário de Meio Ambiente do município de Mairiporã, Prof. Ms. Jonpeter  Germano Glaeser.</p>
<p align="left">Com diversos assuntos ligados a temática Meio Ambiente, o Prof.º  Ms. Glaeser, destacou os principais aspectos positivos e negativos atualmente  encontrados na Serra da Cantareira, dando a conhecer como o avanço da cidade,  quando mal estruturado, pode prejudicar as áreas naturais e de reservas, o papel  dos seres humanos e sua importância para que ele se beneficie e preserve de  forma harmônica o Meio Ambiente em que vive.</p>
<p align="left">Ele explicou como foi concebido o  <a title="Serra da cantareira" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Parque_Estadual_da_Cantareira" target="_blank">Parque Estadual da Cantareira</a>,  com seus quatro núcleos (Pedra Grande, Aguas Claras, Engordadouro e Cabuçu),  expondo sobre todas as características de cada local. O Professor salientou os  problemas enfrentados pela especulação imobiliária, loteamentos clandestinos,  áreas particulares contíguas, que facilitam a formação de favelas em seu  entorno, provocados pela “Pressão Antrópica” (expansão da região urbana em  direção a serra, principalmente a Zona Norte de São Paulo e Guarulhos), segundo  o conferencista:</p>
<blockquote>
<p align="left"><em>“O Arautos do Evangelho realizam um trabalho de grande  importância para a preservação da Serra da Cantareira com o plantio de vegetação  silvestre na região, que restaura o aspecto ambiental ao substituir as árvores  eucalipto, pinheiro e exótica na região e que degradam o ambiente por não  permitir o desenvolvimento natural da floresta, por vegetação nativa, típica que  irá colaborar para o desenvolvimento natural.”</em></p>
</blockquote>
<p align="left">Após a apresentação do tema, o Prof.º Ms. Glaeser respondeu as  questões feitas pelos participantes do evento, falando sobre sua vida pública e  carreira acadêmica, modelos de parcerias, obras governamentais e fontes de  energias renováveis. Uma das perguntas estava relacionada como os cidadãos podem  colaborar para a preservação do Meio Ambiente:</p>
<blockquote>
<p align="left"><em>“A lição de maior eficácia seria que cada cidadão se torne um  multiplicador educacional (&#8230;) Campanhas e atividades podem ser realizadas por  outras partes da sociedade a exemplo que a Faculdade dos Arautos do Evangelho  faz hoje aqui.”</em></p>
</blockquote>
<p align="justify"><a href="imagens/eventos/meio_ambiente_30_abril.pdf" target="_blank">&gt;&gt; Clique aqui para visulizar o conteúdo na  íntegra</a></p>
<p align="center"><strong>Foto do Evento</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-146" src="http://serradacantareira.blog.arautos.org/files/2009/07/meio_ambiente.jpg" alt="meio_ambiente" width="321" height="514" /></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Amazônia secará, mas sobreviverá a aquecimento, diz estudo</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 14:34:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Cesar - Serra da Cantareira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Ecossistemas]]></category>
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		<category><![CDATA[reflorestamento]]></category>
		<category><![CDATA[região amazônica]]></category>

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		<description><![CDATA[A Amazônia pode estar menos vulnerável ao aquecimento global do que se temia, porque a maioria das projeções subestima o volume das chuvas, segundo um novo estudo divulgado na segunda-feira por cientistas do Reino Unido.
De acordo com eles, o Brasil e outros países da região têm de se empenhar para evitar um ressecamento irreversível do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Amazônia pode estar menos vulnerável ao aquecimento global do que se temia, porque a maioria das projeções subestima o volume das chuvas, segundo um novo estudo divulgado na segunda-feira por cientistas do Reino Unido.</p>
<p>De acordo com eles, o Brasil e outros países da região têm de se empenhar para evitar um ressecamento irreversível do leste da Amazônia, a região mais ameaçada pela mudança climática, o desmatamento e as queimadas.</p>
<p>&#8220;O regime de chuvas no leste da Amazônia deve mudar durante o século 21 numa direção que favoreça mais florestas sazonais em vez de cerrados&#8221;, escreveram os cientistas na edição desta semana da revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências dos EUA.</p>
<p>As florestas sazonais têm estações secas e úmidas, ao contrário da atual floresta tropical, perenemente úmida. A mudança pode favorecer novas espécies de plantas e animais.</p>
<p>O novo estudo contrasta com projeções anteriores de que a Amazônia poderia ser substituída pelo cerrado. Em 2007, um relatório do Painel Climático da ONU, que reúne os principais climatologistas do mundo, alertava que &#8220;até meados do século, aumentos na temperatura e o correspondente declínio na água do solo devem levar a uma substituição gradual das florestas tropicais pelo cerrado no leste da Amazônia&#8221;.</p>
<p>O novo estudo diz que quase todos os 19 modelos climáticos globais subestimam as chuvas na maior floresta tropical do mundo &#8211;conclusão obtida com base nas comparações dos modelos com as observações do clima ao longo do século 20.</p>
<p><a title="Amazonia" rel="lightbox[roadtrip]" href="http://serradacantareira.blog.arautos.org/files/2009/07/amazonia.jpg"><img class="alignright size-large wp-image-143" style="border: 1px solid black;margin: 3px" src="http://serradacantareira.blog.arautos.org/files/2009/07/amazonia-1024x768.jpg" alt="amazonia" width="348" height="261" /></a>As planícies amazônicas têm uma precipitação pluviométrica anual de 2.400 milímetros, e mesmo com as reduções previstas elas devem continuar suficientemente úmidas para sustentar uma floresta, segundo o estudo.</p>
<p>Os especialistas também reagiram a estudos de campo sobre como a Amazônia poderia reagir ao ressecamento. Eles mostraram que as florestas sazonais seriam mais resistentes a eventuais secas, porém mais vulneráveis a queimadas do que as atuais matas.</p>
<p>O estudo alerta ainda para os riscos agregados pela fragmentação da floresta devido à abertura de estradas e lavouras.</p>
<p>&#8220;A forma fundamental para minimizar o risco de degradação da Amazônia é controlar globalmente as emissões de gases do efeito estufa, particularmente pela queima de combustíveis fósseis no mundo desenvolvido e na Ásia&#8221;, disse Yadvinder Malhi, coordenador do estudo, da Universidade de Oxford.</p>
<p>Mas ele afirmou que os governos da região, especialmente o Brasil, também precisam gerenciar melhor as florestas.</p>
<p>O aquecimento global, segundo os cientistas, está &#8220;acompanhado por uma intensidade sem precedentes na pressão direta sobre as florestas tropicais, por meio da extração de madeira, desmatamento, fragmentação e uso do fogo&#8221;.</p>
<pre>Fonte: <a href="http://noticias.uol.com.br/ultnot/reuters/"><img src="http://n.i.uol.com.br/ultnot/home/reuters.gif" border="0" alt="" /></a></pre>
]]></content:encoded>
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		<title>Minas Gerais é o maior desmatador da floresta atlântica</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 14:25:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Cesar - Serra da Cantareira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arautos na Serra da Cantareira]]></category>
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		<category><![CDATA[Ecossistemas]]></category>
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		<category><![CDATA[Preservação Serra da Cantareira]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma área de mata atlântica de 103 mil hectares, equivalente a dois terços da cidade de São Paulo, foi desmatada no Brasil entre 2005 e 2008. O Estado campeão de desflorestamento foi Minas Gerais, pressionado pela produção de carvão. No período, perdeu-se 32,7 mil hectares de vegetação.
Além disso, a taxa anual de desmate permanece quase [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma área de mata atlântica de 103 mil hectares, equivalente a dois terços da cidade de São Paulo, foi desmatada no Brasil entre 2005 e 2008. O Estado campeão de desflorestamento foi Minas Gerais, pressionado pela produção de carvão. No período, perdeu-se 32,7 mil hectares de vegetação.</p>
<p>Além disso, a taxa anual de desmate permanece quase constante por oito anos &#8211;de 2000 a 2005 foram ceifados 34,9 mil hectares. De 2005 a 2008, foram 34,1 mil ha.</p>
<p>Isso mostra que a Lei da Mata Atlântica, aprovada em 2006, ainda não teve eficácia. Segundo a lei, o corte de vegetação primária e secundária só pode ocorrer em casos excepcionais, como para realizar projetos de utilidade pública.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-125" src="http://serradacantareira.blog.arautos.org/files/2009/07/0914765.gif" alt="0914765" width="550" height="800" /></p>
<p>Os dados de desmatamento, da ONG Fundação SOS Mata Atlântica e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, referem-se a dez Estados, dos 17 que ainda têm o bioma. Atrás de Minas na lista de desmatadores estão Santa Catarina e Bahia. No ranking das cidades, as líderes de destruição são Jequitinhonha (MG), Itaiópolis (SC) e Bom Jesus da Lapa (BA).</p>
<p>O cenário é desanimador para a floresta que tem seu dia comemorado hoje. &#8220;Sinaliza que o poder público não tem priorizado o tema. É preciso melhorar a fiscalização&#8221;, afirma Marcia Hirota, diretora da ONG SOS. Ela defende, inclusive, que os Estados adotem metas de redução do desmate.</p>
<p>A área original do bioma está reduzida a 11,4%, se considerados os fragmentos de floresta acima de 3 hectares &#8211;quanto menor a área, mais difícil é a sobrevivência das espécies. Mas, se apenas fragmentos com mais de cem hectares forem levados em consideração, o remanescente cai para 7,9%.</p>
<p>Em Minas, a região mais desmatada fica na divisa com o cerrado. E, de acordo com Mario Mantovani, também diretor da ONG, sua destruição está relacionada à exploração de carvão vegetal para a siderurgia.</p>
<p>O IEF (Instituto Estadual de Florestas), órgão ambiental de Minas Gerais, afirma que a pressão sobre as florestas nativas decorrem da &#8220;expansão agropecuária e do consumo ilegal de carvão vegetal&#8221;. Porém, segundo o IEF, de 2003 até 2009 foram aplicados R$ 98 milhões no monitoramento e fiscalização ambiental da área.</p>
<p>Santa Catarina foi criticada por aprovar recentemente lei que prevê redução da faixa de preservação ao longo de rios. &#8220;Essa é a ponta de um grande problema, com décadas de desobediência civil e do desmonte do órgão ambiental&#8221;, disse Mantovani. A <strong>Folha</strong> procurou a Secretaria do Desenvolvimento Econômico Sustentável de SC, mas não teve resposta.</p>
<pre>Fonte:<a title="Site Folha" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u572297.shtml" target="_blank">Folha </a></pre>
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		<title>Arautos incrementam reflorestamento na Serra da Cantareira</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 22:33:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Cesar - Serra da Cantareira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arautos na Serra da Cantareira]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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		<category><![CDATA[Colegio Arautos]]></category>
		<category><![CDATA[reflorestamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Inaugurando o Ciclo de Conferências em Defesa do Meio Ambiente, promovido pela Faculdade Arautos do Evangelho, o Secretário Municipal de Meio Ambiente e Agricultura de Mairiporã, Dr. Jonpeter Germano Glaeser, afirmou que o ambiente florestal da Serra da Cantareira resultará melhor do que antes da presença dos Arautos naquela área.
Mestre em Ecologia, professor universitário e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Inaugurando o Ciclo de Conferências em Defesa do Meio Ambiente, promovido pela Faculdade Arautos do Evangelho, o Secretário Municipal de Meio Ambiente e Agricultura de Mairiporã, Dr. Jonpeter Germano Glaeser, afirmou que o ambiente florestal da <a title="Serra da Cantareira" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Serra_da_Cantareira" target="_blank">Serra da Cantareira</a> resultará melhor do que antes da presença dos <a title="Arautos do Evangelho" href="http://www.arautos.org.br" target="_blank">Arautos</a> naquela área.</p>
<p>Mestre em Ecologia, professor universitário e consultor ambiental, o Dr. Jonpeter é também Diretor do Projeto Ecológico Serra da Cantareira e Conselheiro Geral do Núcleo Regional de Educação Ambiental Cantareira-Cabuçu.</p>
<p style="text-align: center"></p>
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		<title>Desafios da Amazônia</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 22:11:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Cesar - Serra da Cantareira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Planeta Terra]]></category>
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		<description><![CDATA[Viver na região amazônica, de si, não é tarefa fácil.
E ser sacerdote numa área onde muitas vezes faltam recursos requer uma entrega total do padre, do missionário e do bispo, para a grande missão de evangelizar.
Em 2008 o repórter Luciano Batista e o cinegrafista Jorge Martinez estiveram em São Gabriel da Cachoeira e viram de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Viver na <a title="Região Amazônica" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_amaz%C3%B4nica" target="_blank">região amazônica</a>, de si, não é tarefa fácil.</p>
<p>E ser sacerdote numa área onde muitas vezes faltam recursos requer uma entrega total do padre, do missionário e do bispo, para a grande missão de evangelizar.</p>
<p>Em 2008 o repórter Luciano Batista e o cinegrafista Jorge Martinez estiveram em<a title="São Gabriel da Cachoeira" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Gabriel_da_Cachoeira" target="_blank"> São Gabriel da Cachoeira</a> e viram de perto o que é ser “o sal da terra e a luz do mundo” numa diocese maior que o <a title="Estado de São Paulo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Paulo" target="_blank">estado de São Paulo</a>.</p>
<p>Nesta reportagem você vai ver que além de levar a palavra de Deus para um dos locais mais distantes deste País, é necessária uma dose a mais de atenção para não se envolver em um grave acidente, como o que aconteceu com o padre Katsumassa Sakurata &#8211; E.P.</p>
<p style="text-align: center"></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Tietê: Um rio verdadeiro</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 22:01:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Cesar - Serra da Cantareira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Ecossistemas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Água]]></category>
		<category><![CDATA[poluição]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[tietê]]></category>

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		<description><![CDATA[O principal rio do estado de São Paulo, e um dos mais importantes do País, nasce de três pequenos olhos d&#8217;água no município de Salesópolis e segue seu curso por 1.136 km até sua foz na divisa com o estado do Paraná, passando por cidades como a capital paulista, Pirapora do Bom Jesus e Barra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O principal rio do <a title="Estado de São Paulo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Paulo" target="_blank">estado de São Paulo</a>, e um dos mais importantes do País, nasce de três pequenos olhos d&#8217;água no município de <a title="Salesópolis" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sales%C3%B3polis" target="_blank">Salesópolis</a> e segue seu curso por 1.136 km até sua foz na divisa com o<a title="Estado do Paraná" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estado_do_Paran%C3%A1" target="_blank"> estado do Paraná</a>, passando por cidades como a capital paulista, <a title="Pirapora do Bom Jesus" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pirapora_do_Bom_Jesus" target="_blank">Pirapora do Bom Jesus</a> e <a title="Barra Bonita" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Barra_Bonita_(S%C3%A3o_Paulo)" target="_blank">Barra Bonita</a>.</p>
<p>O <a title="Rio Tietê" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Tiet%C3%AA">Tietê</a> enfrenta durante esse trajeto o maior desafio para se manter vivo: a poluição.</p>
<p>O repórter Luciano Batista e o cinegrafista Paulo Welter percorreram parte do rio, da nascente até Barra Bonita, e nos mostram nesta reportagem as duas faces do <a title="Rio Tietê" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Tiet%C3%AA">Tietê</a>: limpo e cheio de vida, depois poluído e quase morto.</p>
<p>E constatam que a luta pela vida tem prevalecido sobre a ação devastadora do homem, com o desmatamento e a poluição.</p>
<p style="text-align: center"></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Um caminho para o mar</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 23:55:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Cesar - Serra da Cantareira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arautos na Serra da Cantareira]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Preservação Serra da Cantareira]]></category>
		<category><![CDATA[Adicionar nova tag]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando os primeiros navios chegaram da Europa no Brasil, carregados de mercadorias, uma das grandes dificuldades encontradas para levar os produtos do porto para o planalto, era transpor a Serra do Mar.
Nesta reportagem você vai conhecer um pouco da história da primeira ligação entre o litoral e a planície, encravada no meio da Serra e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando os primeiros navios chegaram da Europa no Brasil, carregados de mercadorias, uma das grandes dificuldades encontradas para levar os produtos do porto para o planalto, era transpor a <a title="Serra do Mar" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Serra_do_Mar" target="_blank">Serra do Mar</a>.</p>
<p>Nesta reportagem você vai conhecer um pouco da história da primeira ligação entre o litoral e a planície, encravada no meio da Serra e que serviu, por muitos anos, como o único meio de vencer o &#8220;Paredão Verde&#8221; que separava <a title="Santos" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Santos" target="_blank">Santos</a> de <a title="São Paulo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Paulo" target="_blank">São Paulo</a>.</p>
<p style="text-align: center"></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Arautos contra o desmatamento &#8211; Prêmio Top of Quality Ambiental</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 21:29:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Cesar - Serra da Cantareira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arautos na Serra da Cantareira]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Preservação Serra da Cantareira]]></category>
		<category><![CDATA[Preservação Ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[O trabalho de preservação da Serra da Cantareira na área onde estão construídos o seminário dos Arautos do Evangelho e a Igreja Nossa Senhora do Rosário contribuiu para que a empresa Engema fosse a vencedora do Prêmio Top of Quality Ambiental oferecido pela OPB (Ordem dos Parlamentares do Brasil). Especializada em projetos ambientais, a Engema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O trabalho de preservação da <a title="Serra da Cantareira" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Serra_da_Cantareira" target="_blank">Serra da Cantareira</a> na área onde estão construídos o seminário dos <a title="Arautos do Evangelho" href="http://www.arautos.org" target="_blank">Arautos do Evangelho </a>e a <a title="Igreja Nossa Senhora do Rosário" href="http://www.arautos.org.br/view/show/394-primeira-igreja-dos-arautos-do-evangelho" target="_blank">Igreja Nossa Senhora do Rosário</a> contribuiu para que a empresa <a title="Engema - Engenharia de Meio Ambiente" href="http://www.engema.com.br/" target="_blank">Engema</a> fosse a vencedora do <a title="Prêmio Top of Quality Ambiental" href="http://ordemparlamentares.org.br/topOfQualityAmb/apresentacao.html" target="_blank">Prêmio Top of Quality Ambiental</a> oferecido pela<a title="ORDEM DOS PARLAMENTARES DO BRASIL" href="http://ordemparlamentares.org.br" target="_blank"> OPB (Ordem dos Parlamentares do Brasil)</a>. Especializada em projetos ambientais, a <a title="Engema - Engenharia de Meio Ambiente" href="http://www.engema.com.br/" target="_blank">Engema</a> concorreu com outras 700 empresas brasileiras.</p>
<p style="text-align: center"></p>
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